"o que a relatividade diz, na sua essência, é que o espaço e o tempo não são absolutos, mas sim relativos tanto ao observador como à coisa observada, e que, quanto mais rápido for o nosso movimento, mais pronunciados se tornam esses efeitos. nunca poderemos acelerar o nosso movimento até alcançar a velocidade da luz, e quanto mais tentarmos (e mais depressa nos movermos) mais distorcidos ficaremos em relação a um observador exterior a nós.
… n’O ABC da Relatividade, o matemático e filósofo Bertrand Russell empregou uma imagem que foi muitas vezes utilizada desde então. Russell pedia ao leitor que visualizasse um comboio de cem metros de comprimento a deslocar-se a uma velocidade equivalente a 60% da velocidade da luz. para alguém que o visse passar a partir de um cais, o comboio pareceria ter apenas 80 metros de comprimento, e tudo nele ficaria igualmente comprimido. se pudéssemos ouvir os passageiros a conversar, as vozes chegar-nos-iam embrulhadas e arrastadas, como num gira-discos em rotação demasiado lenta, e os seus movimentos pareceriam igualmente pesados. até os relógios do comboio pareceriam trabalhar a quatro quintos da sua velocidade normal. no entanto - e aí é que está -, as pessoas dentro do comboio não teriam. noção de distorção. para elas, tudo dentro do comboio pareceria perfeitamente normal. nós os que estávamos no cais, é que lhe pareceríamos estranhos e comprimidos e lentos. ou seja, tudo depende da posição do observador em relação ao objecto em movimento."
— Breve História de Quase Tudo - Bill Bryson
"o que a relatividade diz, na sua essência, é que o espaço e o tempo não são absolutos, mas sim relativos tanto ao observador como à coisa observada, e que, quanto mais rápido for o nosso movimento, mais pronunciados se tornam esses efeitos. nunca poderemos acelerar o nosso movimento até alcançar a velocidade da luz, e quanto mais tentarmos (e mais depressa nos movermos) mais distorcidos ficaremos em relação a um observador exterior a nós.
… n’O ABC da Relatividade, o matemático e filósofo Bertrand Russell empregou uma imagem que foi muitas vezes utilizada desde então. Russell pedia ao leitor que visualizasse um comboio de cem metros de comprimento a deslocar-se a uma velocidade equivalente a 60% da velocidade da luz. para alguém que o visse passar a partir de um cais, o comboio pareceria ter apenas 80 metros de comprimento, e tudo nele ficaria igualmente comprimido. se pudéssemos ouvir os passageiros a conversar, as vozes chegar-nos-iam embrulhadas e arrastadas, como num gira-discos em rotação demasiado lenta, e os seus movimentos pareceriam igualmente pesados. até os relógios do comboio pareceriam trabalhar a quatro quintos da sua velocidade normal. no entanto - e aí é que está -, as pessoas dentro do comboio não teriam. noção de distorção. para elas, tudo dentro do comboio pareceria perfeitamente normal. nós os que estávamos no cais, é que lhe pareceríamos estranhos e comprimidos e lentos. ou seja, tudo depende da posição do observador em relação ao objecto em movimento."
— Breve História de Quase Tudo - Bill Bryson
"E não importa se estivermos no mesmo lugar apenas por um instante há cinco anos, não importa se nunca estivemos no mesmo lugar, aquilo que realmente importa é o segredo luminoso que partilhamos. Não é feito de palavras, mas é transportado por elas. Esse é o nosso lugar, temos almas a vaguear nesse universo de sentido. Vocês mostram-me todos os dias que a generosidade pode salvar. Vocês têm muitos rostos, muitas histórias. Eu ouço-vos e encho-me de esperança humana, de amor humano, e transbordo. Mesmo quando estou em silêncio, agradeço-vos por me acrescentarem um sentido tão profundo."
— http://aeiou.visao.pt/obrigado=f645618